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Anatel vende faixa de 400 MHz à Unicel e Telcom
2A Anatel decidiu dar um fim à novela do chamamento público para a faixa de 400 MHz, que se arrastava desde 2004. Atendendo à orientação do Tribunal de Contas da União (TCU), a agência decidiu conceder as autorizações às duas únicas empresas que manifestaram interesse pelo espectro, adequado aos serviços de trunking, ou Serviço Móvel Especializado (SME). A Unicel, dona da operadora AEIOU, e a operadora Telcom ganharam o direito à faixa sem necessidade de ir a leilão. O ato de concessão das autorizações foi publicado no Diário Oficial desta terça-feira dia 15.
A Unicel recebeu uma licença nacional em 400 MHz, somando 5 MHz, pelos quais pagará R$17.5 milhões. A Telcom ganhou o direito de operar o serviço na região metropolitana de São Paulo, Baixada Santista e Porto Alegre, ao custo de R$3 milhões. A decisão de conceder ou não a faixa às duas empresas se arrasta desde 2004, quando elas foram as únicas a manifestar interesse por ocasião do chamamento público aberto pela Anatel. O imbróglio começou com a decisão da Superintendência de Serviços Privados, que meses depois decidiu encerrar o processo, caracterizando-o como uma consulta pública, e não um chamamento. A decisão gerou insatisfação da Unicel, que ameaçou ir à Justiça para assegurar o direito à freqüência. A empresa defendeu que, uma vez que havia espectro suficiente para todas as empresas que manifestaram interesse, a Anatel deveria outorgar as freqüências sem licitação, seguindo o procedimento estabelecido pela própria agência. O processo administrativo se arrastou desde então, indo parar no TCU, que orientou a agência para que outorgasse as freqüências.
Nem a Unicel nem a Telcom comentam o ato, alegando que ainda não tiveram acesso à documentação. Fontes da indústria, no entanto, asseguram que a Unicel já sonda possíveis fornecedores para a construção da rede em 400 MHz. As chinesas Huawei e ZTE teriam a preferência da Unicel. A empresa é dona da aeiou, operação em GSM na região metropolitana de São Paulo lançada no ano passado e que até agora não decolou. Segundo as mesmas fontes, a Unicel espera levantar recursos para investir em 400 MHz com a venda do controle da aeiou, que estaria sendo negociado com um investidor internacional. No ano passado, a Unicel chegou a anunciar a venda de 49% para o grupo saudita Hits por US$ 62 milhões, mas os sócios se desentenderam em relação aos pagamentos e a parceria foi parar no tribunal de arbitragem internacional.
A Unicel obteve há algumas semanas uma licença de telefonia fixa (STFC) junto à Anatel e tramita na agência outro pedido da empresa para uma licença de Serviço de Comunicação Multimídia (SCM). A outorga em 400 MHz vem associada à uma licença de SME. Com isso, a empresa consegue fechar uma estratégia para oferta de voz e banda larga móvel em uma faixa que, em 2004, tinha pouca atratividade, mas que ganhou relevância desde então, com o desenvolvimento tecnológico, podendo, inclusive, integrar os sistemas IMT-2000, de terceira geração.
Fonte: Telecomonline
Governo desiste do Bolsa Celular alegando que proposta foi mal interpretada
2O ministro das Comunicações, Hélio Costa, desistiu de levar adiante o projeto que criaria o programa Bolsa Celular, direcionado à população de baixa renda. Ele justificou o recuo dizendo que o programa está sendo retirado das prioridades do governo porque foi mal interpretado. Ao anunciar a mudança, ele também afirmou que não haverá dinheiro público para financiar a compra de aparelhos.
“A proposta era que as empresas dessem o aparelho e um crédito de R$7 por mês para a pessoa usar. Elas, as empresas, é que pediram — e, aí, o governo poderia aceitar ou não — a isenção de recolhimento para o Fistel (Fundo de Fiscalização das Telecomunicações). Isso seria sobre linhas que não existem ainda, então, não seria desoneração”, afirmou Costa. Segundo ele, o ministério vai deixar que as empresas decidam se querem dar continuidade ao projeto.
A proposta do Bolsa Celular foi anunciada publicamente por ele na semana passada e apresentada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que não se opôs à distribuição em massa dos aparelhos. A meta era distribuir gratuitamente 11 milhões de telefones móveis pré-pagos, com crédito mensal de R$ 7, às famílias que recebem o Bolsa Família. A distribuição custaria em torno de R$ 2 bilhões, que seriam investidos em dois anos.
O custo, segundo Hélio Costa, seria compensado com o não recolhimento do Fistel sobre os aparelhos. Segundo o Ministério das Comunicações, atualmente cada operadora reserva R$ 13,42 por ano para o Fistel referente a cada celular em funcionamento, e outros R$ 26,83 na habilitação de uma linha.
Bolsa Internet
O fluxo de caixa do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) do próximo ano pode ser usado para bancar o Plano Nacional de Banda Larga. Conforme Hélio Costa, o valor pode chegar a R$ 1 bilhão. “O presidente Lula acenou que pode concordar com a utilização do fluxo de caixa do Fust, que já é extremamente importante. Porque, se não vamos poder usar os quase R$ 7 bilhões, pelo menos vamos poder usar o R$ 1 bilhão que entrará no ano que vem”, disse. O ministro acrescentou que o objetivo é fazer com que o plano entre em funcionamento ainda no governo Lula.
Ao comentar a possibilidade de o Estado agir como regulador do serviço, ele disse que sua preocupação é se haveria condições de usar todos esses dispositivos em tempo hábil. “Ainda não dispomos de todos os instrumentos técnicos necessários para que o plano nacional de banda larga possa ser instrumento regulador.”
O ministro também admitiu a possibilidade de usar redes de fibra óptica de empresas estatais como Furnas, Petrobras e Eletrobrás, tanto para a oferta do serviço como para a operação em parceria com as empresas privadas.
Fonte: Endividado
Novo serviço da Vivo, Twittando, custa R$0,15 por tweet enviado
4Muitas novidades esse mês em todas as operadoras. Agora é a vez da Vivo, que acaba de lançar um ótimo serviço pra quem quer twittar pelo celular, mas quer gastar pouco.
O Vivo Twittando é o jeito mais fácil e barato para twittar via SMS.
Eu concerteza irei me cadastrar. Já utilizei o SMS2Blog, mas ele cobrava o valor de uma SMS normal, cerca de R$0,36. Por R$0,15 vale muito a pena. As vezes pode sair mais barato twittar por SMS do que pelo Echofon.
Governo Federal pretende lançar programa “Bolsa Celular”
1O Ministério das Comunicações quer criar um programa que oferecerá aparelho celular e R$7,00 em créditos todo mês para famílias de baixa renda cadastradas no programa Bolsa Família.
O governo ofereceria desoneração tributária do imposto Fistel (Fundo de Fiscalização das Telecomunicações), e as operadoras dariam o aparelho e o crédito mensal às famílias.
Em comunicado, a TIM informou que conversa com o Ministério das Comunicações desde setembro sobre a proposta. No entanto, a viabilização do projeto e as contrapartidas das companhias e do governo estão ainda em discussão.
A Vivo informou, também por meio de comunicado, que “vê com interesse qualquer proposta que beneficie a universalização do acesso às telecomunicações móveis no Brasil, desde que sempre considerada a sustentabilidade econômica do setor”. Segundo a operadora, a desoneração tributária é uma boa forma de se estabelecer esse equilíbrio. Claro e Oi ainda não responderam à solicitação de entrevista do Computerworld.
O Bolsa Família é um programa de transferência direta de renda voltado a famílias com renda mensal, por pessoa, entre 70 reais e 140 reais. Ao todo, 11 milhões de famílias em diversas localidades participam do projeto.
Fonte: IDG Now!
GVT aposta em banda ultralarga e descarta banda larga popular
10A GVT não vai se alinhar ao projeto de banda larga popular – com preço de até R$ 29,80 por pacotes com 200 Kbps de velocidade, a ser lançado pela Telefônica em novembro e com a promessa de produto também por parte da Net – porque não altera o seu foco de atuação: As classes A, B e C e as PMEs.
“Abandonamos o mundo Kbps há dois anos e não queremos voltar. A nossa oferta será ultralarga. É nele que enxergamos o futuro”, afirmou o vice-presidente de Marketing, Alcides Troller Pinto. Lançada há dois meses, a banda ultralarga (de 10 Mbits até 100 Mbits) está, segundo a GVT, com “uma demanda acima da expectativa”.
“Não faz parte dos nossos planos entrar na Banda Larga Popular. Acreditamos, sim, em preços competitivos com velocidades altas como já temos com 3Mbits a R$ 49,90 ( preço sem redução do ICMS). Podemos dizer que o alvo são as pequenas e médias empresas e, essas, estão comprando banda larga, tanto que representaram 23,4% das vendas no terceiro trimestre”, explicou o vice-presidente de Marketing da GVT, Alcides Troller Pinto, durante teleconferência de divulgação dos resultados do terceiro trimestre, realizada nesta quinta-feira, 22/10.
O executivo garante que a estratégia da GVT pensa o futuro. “Quem estiver preparado para o IPTV, para o video on demand, vai sair na frente e é isso que queremos”, observou. Segundo ele, a linha de produtos Power, de ultrabandalarga, lançada há dois meses, possui 700 clientes com velocidades de 10 Mbits para cima, sem no entanto, o percentual dos interessados nas velocidades maiores – 35 Mbits até 100 Mbits, atendidas por FTTH(Fiber-to-the-home).
Fonte: Convergência Digital
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